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como organizo minha rotina

São Paulo, SP, Brasil
Hoje é dia de mais um post do 52 weeks (se você não sabe do que eu tô falando é só dar uma lida nesse outro post onde conto sobre o projeto) e estou feliz por iniciar esse assunto que tanto gosto aqui no blog. Já passei por muitas fases no que se trata de organização: na que não tinha nenhuma risos; depois quando comecei a usar aplicativos para fazer listas de tarefas (beijos google keep); depois quando conheci o bullet journal em 2017 e usei o método por quase dois anos; depois quando desisti do bujo e fui para o trello; depois quando vi que estava usando o trello de uma forma meio sem sentido e comprei um planner (que mal usei); e agora, em 2020, quando insisti em um outro formato de planner e estava até usando com frequência, mas me sentindo muito limitada, então resolvi voltar para o bujo novamente.

Testar todas essas ferramentas me fez entender que escrever as tarefas no papel é algo essencial pra mim, que ter um sistema analógico me faz processar melhor meus afazeres e entender minhas prioridades, coisa que é muito importante pra quem trabalha por conta e tem muitos pratinhos para equilibrar (especialmente com aquelas coisas que precisam ser feitas, mas não possuem uma data pra conclusão). É claro que vez ou outra eu arrasto a mesma tarefa pela semana inteira, mas em alguns momentos de iluminação, me forço um pouquinho pra realizar aquilo no dia indicado, porque: 1- se a tarefa foi colocada ali, é porque a Karine do passado pensou ser o melhor dia para realizá-la; 2- se não fizer isso posso acabar sobrecarregando os outros dias; 3- se ficar arrastando muito uma tarefa o bujo fica feio e bagunçado, RISOS.


Atualmente minha rotina é organizada em 3 lugares: Trello, Bullet Journal e Google Agenda. Faz dois anos que venho usando o Trello para gerenciar meus projetos, mas só nos últimos meses montei um sistema por lá que realmente tem funcionado. Organizo os trabalhos em andamento por etapas, aí coloco tudo que precisa ser feito de uma forma mais detalhada e indicando a data final para entrega. Porque é aquele negócio, né: se eu tenho um trabalho para entregar daqui um mês, eu posso dividi-lo em muitas partes durante esse período e fazer tudo de uma forma leve, ou posso deixar para a última semana e morrer de estresse virando noites pra concluir tudo no prazo (claro que essa segunda coisa ainda acontece, mas agora com menos frequência kkk).

Sabendo quantas etapas um projeto vai ter e sua data de conclusão -como no caso desse casamento civil do print aí embaixo- vou distribuindo as tarefas na minha organização mensal e semanal do bujo. Eu poderia criar no bullet journal páginas especiais para detalhar esses trabalhos por lá como faço no Trello, mas acho mais prático manter os projetos em uma ferramenta digital e usar o bujo no dia a dia, até porque no Trello eu posso copiar esses checklists para outros lugares de uma forma muito rápida. É como se no Trello eu colocasse tudo que quero e preciso fazer na vida (tenho boards dos trabalhos em andamento, listas de coisas aleatórias que quero fazer e etc) e no bujo eu organizasse minhas prioridades para aquele mês / semana / dia.


E se antes (lá em 2017) eu pensava no bujo só como um lugar para jogar minhas tarefas e fazer layouts bonitinhos, hoje em dia eu vejo como um registro da minha vida. Com todos os projetos que estou focando nessa fase que estou vivendo, o que ando estudando, registrando notas importantes sobre meu dia a dia (que vão muito além de trabalho) e também organizando minha rotina. Tenho gostado muito de pensar no bullet journal dessa forma -especialmente depois que comecei a ler o livro do Ryder Carroll sobre o método- e não vejo a hora de ter várias cadernetas com cada fase da minha vida registrada para consultar no futuro e entender mais sobre minha trajetória (acho que estou ficando velha e virando a Ellis Grey, kkk).

A terceira e última ferramenta é a Agenda do Google, que tenho duas formas de usar: como uma agenda digital para colocar apenas meus compromissos (aí consigo consultar rapidamente quando preciso saber sobre datas disponíveis, entregas, etc - especialmente quando não estou com o bujo em mãos) e como uma organizadora de tempo para a rotina semanal. Mas, por enquanto, além dos meus horários andarem completamente doidos por conta desse período que estamos vivendo, só tenho adiado trabalhos. Então, vou deixar para falar sobre o Google Calendar mais pra frente, quando estiver com uma rotina melhor estabelecida novamente e depois de ter feito posts sobre meu bujo aqui no blog também.


Por hoje é isso, dá pra ver que esse assunto dá muito pano pra manga, né? (que gíria de velha, 100or) Ainda mais quando a pessoa fala pra cacete, que é o meu caso. Pra concluir, só quero dizer que ter testado todos esses métodos de organização nos últimos anos foi muito útil para conseguir entender o que funciona ou não pra mim, considerando as demandas que tenho de trabalho e de outros projetos na vida. É muito bom saber usar essas ferramentas da melhor forma, criando um sistema ~personalizado por mim mesma que funciona bem para a minha rotina. Mas, ainda tenho muito que aprender, e em algumas semanas -especialmente nesses dias difíceis- eu jogo tudo pro alto e deixo as coisas acumularem, mas sempre retorno porque sei que planejar me faz bem. E é meio que esse o propósito de tudo isso.

Beijos,
K.

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